Governo Lula comprará 500 mil toneladas de alimentos de cooperativas e associações de agricultura familiar

Governo Lula comprará 500 mil toneladas de alimentos de cooperativas e associações de agricultura familiar

Objetivo é formar estoques públicos de arroz, milho e feijão para ajudar a conter preços e garantir renda a agricultores

A iniciativa envolverá a compra de arroz, milho e feijão, com foco nos produtos cultivados pela agricultura familiar. O governo vai  comprar arroz, milho e outros produtos na medida em que os preços estiverem baixos, mas garantindo  Para que o agricultor não venda abaixo do custo de produção.

O governo federal já abriu um crédito extraordinário para a aquisição direta de arroz. Além disso, grande parte das compras será feita por meio de contratos de opção de venda, instrumento que oferece ao produtor rural o direito — mas não a obrigação — de vender sua produção ao governo, por um valor fixado previamente.

Esse modelo funciona como um seguro de preços, dando segurança ao agricultor e fomentando a produção destinada ao mercado interno. Os produtos adquiridos dessa maneira serão colocados no mercado quando os preços estiverem altos, o que  segura o impacto para os consumidores.

Segundo o ministro  Paulo Teixeira do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, o prazo para envio de projetos no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). A submissão deve ser feita via o aplicativo PAANet, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está aberto até 31 de março.

O objetivo do programa é adquirir alimentos de cooperativas e associações da agricultura familiar, para destiná-los à rede de assistência social e a equipamentos públicos de segurança alimentar, como restaurantes populares e cozinhas solidárias.

A Conab, que nos últimos anos perdeu protagonismo na regulação do mercado agrícola, volta agora a ser peça central nas ações do governo para equilibrar os preços dos alimentos e combater a insegurança alimentar. Informações de A voz do Brasil.

Imagem- Agora RN

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