O período sazonal se aproxima, o carnaval – com a consequente aglomeração de pessoas – bate à porta, e a preocupação com as doenças respiratórias cresce. Depois de um ano com forte alta nos casos graves, especialmente da influenza (gripe), e elevado número de internações por bronquiolite, as autoridades e especialistas em saúde fazem coro em torno de uma mesma recomendação: se tem vacina, tome.
Gestantes são prioridade na vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR), um dos principais causadores da bronquiolite, garantindo, com isso, a proteção de bebês em seus primeiros meses de vida. Para outros grupos de risco da população, a ordem é manter em dia o calendário vacinal, de olho também na influenza e na COVID-19.
A infectologista e especialista em medicina preventiva e social Carlos Starling, alerta que a aglomeração intensifica a transmissão dos vírus respiratórios e, por isso, o momento é de atenção especial.
COVID-19 AINDA PRESENTE
“A COVID-19 preocupa pela baixa taxa de vacinação e pelo desconhecimento sobre a disponibilidade de tratamento efetivo disponibilizado gratuitamente na rede pública. Esses fatores colocam pessoas mais vulneráveis em risco de desenvolver formas graves da doença”, declara o especialista.
PREPARAÇÃO “PRUDENTE”
PREVENÇÃO É ESSENCIAL
Em dezembro de 2025, o Ministério da Saúde iniciou a distribuição nacional da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) destinada a gestantes a partir da 28ª semana com o objetivo de reduzir casos de bronquiolite em recém-nascidos. A mãe passa os anticorpos para o bebê ainda na gestação e eles podem durar até dois anos, cobrindo a faixa etária mais vulnerável a essas infecções. Com informações de O Estado de Minas
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