A Farmoquímica, responsável pelo medicamento contra vermes Annita, recorreu da decisão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial que limitou o uso do nome em novos produtos após pedido da cantora Anitta. O recurso está em análise pelo órgão federal.
A empresa detém o registro da marca “Annita”, utilizada no vermífugo, e havia solicitado o registro do nome “Anitta” para uso em uma linha de cosméticos. O pedido foi negado pelo Inpi, que reconheceu o nome artístico da cantora como “notoriamente conhecido”, apesar do vermífugo Anitta ter sido registrado há mais de 20 anos, período em que Larissa de Macedo Machado nem sonhava em ser cantora.
O processo teve início em dezembro de 2022 e, com o recurso apresentado, o Inpi deverá reavaliar o caso. Até o momento, não há decisão sobre o pedido da farmacêutica nem alteração na limitação imposta ao uso do nome.
A pendenga judicial se arrasta há quase 3 anos porque a Anitta/ Larissa teme ter seu nome artístico associada a uma linha de cosméticos dos quais ela não teria controle de qualidade.
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