O deputado mineiro não compareceu ao evento, mas mandou o vídeo que foi exibido nos telões e causou polêmica.
Durante sua fala em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Nikolas (PL), buscou enfatizar o caráter político das investigações contra o líder da direita. No entanto, a escolha das palavras acabou gerando constrangimento entre os presentes:
“A eleição de Flávio representa fazer justiça com aqueles que estão presos injustamente, como os presos do dia 8 de janeiro, como nosso único líder Jair Bolsonaro que está preso, não por corrupção, não por rachadinha, não por nada além de uma perseguição que ele está sofrendo”, afirmou o deputado mineiro.
A declaração foi imediatamente classificada por analistas e opositores como um “ato falho” ou uma indireta involuntária de forte impacto negativo.
O desconforto decorre do histórico político do próprio anfitrião da festa: Flávio Bolsonaro (PL) foi o centro de uma longa investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre acusação desvio de salários de assessores — o esquema conhecido popularmente como “rachadinha” — na época em que exercia o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Nikolas Ferreira acabou trazendo de volta aos holofotes o tema mais sensível e explorado por adversários contra a candidatura de Flávio Bolsonaro, justamente no dia de sua consolidação ao Palácio do Planalto.
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