“O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credencias da legenda para efetivar filiações”, informou a Corte. O ministro indica que pessoa com credenciamento do Missão teria feito a operação de filiação do senador do PL.
Controvérsias sobre a filiação
Os bolsonaristas Fernando Hollyday e o advogado Jeffrey Chiquini, responsabilizam o Partido Missão pela filiação de Flávio Bolsonaro. O candidato a presidente da República Renan Santos Renan Santos (Missão), diz que tem como comprovar que foi alguém ligado ao filho do Jair que fez a filiação e que tem como provar. Santos desafiou Flávio para um debate sobre o assunto.
O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) mostrou que a filiação foi feita 10 dias atrás através do e-mail institucional do senador Flávio Bolsonaro e que a mesma pessoa através do mesmo e-mail completou todas as etapas, incluindo a confirmação do cadastro.
“Mesmo que a operação tenha sido feita por alguém que não seja do gabinete de Flávio Bolsonaro, por ser um e-mail institucional, o gabinete tem acesso e ninguém fez nada. Ninguém tentou corrigir ou invalidar”, disse o deputado.
Endereço de Flávio Bolsonaro
O cadastro que filiou Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, colocou como endereço “Rua dos Bandidos, número 666, Bairro Miliciano”, no Rio de Janeiro. O registro foi efetivado pelo sistema Filia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).