Coluna da Angélica: o repulsivo destrói Argentina e quer o mesmo destino para o Brasil

Coluna da Angélica: o repulsivo destrói Argentina e quer o mesmo destino para o Brasil

Quem tem Javier Milei como garoto propaganda não precisa de mais nada para afundar de vez, mas como o tico e o teco de Flávio Bolsonaro não se comunicam, foi exatamente o que fez: importou da Argentina seu pior presidente (investigado como integrante de uma quadrilha de criptomoedas), para pedir votos para a extrema direita brasileira e do fundo da lama em que se encontra orientar os brasileiros a não votarem em Lula.

Coluna da Angélica: o repulsivo destrói Argentina e quer o mesmo destino para o Brasil

A comparação entre os dois governos mostra que o Brasil de Lula está muito, mas muito mesmo acima da Argentina sob Milei.

Vejamos:

No governo Lula foram abertas 2 milhões 278 mil e 457 novas empresas. No governo Milei, 9 mil 722 empresas foram a falência;  os investimentos acumulados em ciência e tecnologia com Lula chegaram a 30%, na Argentina com Milei atingiram o índice mais baixo de sua história, com um total de 1,o5%. No Brasil de Lula os investimentos estrangeiros atingiram  71,7 bilhões de dólares. Na mesma área, a Argentina mostrou a maior queda da região, com 11,64 bilhões em investimentos estrangeiros. No Brasil de Lula, o desemprego caiu para 5,8%. Na Argentina de Milei o desemprego atinge 1, 7 milhão de pessoas. O salário mínimo cresceu 5,4% no Brasil com Lula; na Argentina com  Milei, caiu 31,7%. Além disso, Milei baixou os investimentos estatais para 1,45% e mesmo com todo o arrocho, o país vizinho se transformou no maior devedor global com uma dívida de 57, 230 milhões de dólares. A pobreza no Brasil caiu 23,1% , durante o governo Lula, atingindo o menor nível da série histórica. Na Argentina sob Milei a pobreza aumentou 38,1 %  atingindo 17, 5 milhões de pessoas. Este foi o resultado de três anos de fantasia libertária.

“Enquanto seu governo foi marcado por uma agenda de austeridade que sacrificou trabalhadores, aposentados e os mais vulneráveis, aprofundando as desigualdades sociais e colocando o mercado acima da dignidade humana, o Brasil escolheu outro caminho : crescimento com inclusão, diálogo e respeito à democracia ”, observou José Guimarães , Ministro das Relações Institucionais do Brasil.

E aqui é preciso esclarecer que enquanto o Brasil tem em torno de 204 milhões de habitantes, a Argentina tem 46 milhões, 16 mil e 686. O Brasil é o sexto país mais populoso do mundo e a Argentina ocupa o 35º lugar na lista de países por população, mais de 4 vezes inferior ao número de pessoas no Brasil, o que torna qualquer política pública muito mais difícil no Brasil.

Chamado de nazista e ladrão pela imprensa de seu próprio país, com a popularidade na lama, envolto em escândalos de corrupção Javier Milei  promoveu a maior desvalorização da história da moeda nacional, o peso argentino. Atualmente o peso argentino vale 0,0034  da moeda brasileira, o Real, o que significa que para comprar 1 R$, é preciso desembolsar 293,67 pesos argentinos.

Mesmo com tudo isso e depois de deixar seu povo comendo carne de burro para pagar o FMI, Milei foi recebido com tapete azul pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu honrarias e foi à convenção do Flávio Bolsonaro (PL), nos afrontar com sua fanfarronice, mau gosto e crueldade que em muito lembra Benito Mussolini-o pai do fascismo.

Por que moderaríamos os adjetivo (des)qualificativos se nem a  imprensa argentina faz isso?

O jornal Pagina 12, por exemplo, manchetou que Milei cruzou uma  nova linha vermelha e fez um papelão ao interferir descaradamente nas eleições brasileiras e junto com o La Nación, criticou a falta de educação e civilidade de seu presidente que para respaldar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) chamou o presidente do Brasil de ladrão e o presidente da Suprema Corte brasileira de “lixo careca” (basura calva).
Já o britânico The Guardian destaca que Milei é um fantoche de Trump e que “Milei quer ser o líder da direita sul-americana, mas não manda nada”. Citando o sociólogo Juan Gabriel Tokatlian, disse “o que interessa a Milei são as figuras do mundo, as grandes empresas tecnológicas da extrema direita porém em nenhum dos casos existe interesse em realizar negociações comerciais”.
A candidatura de Flávio Bolsonaro é natimorta e revive-la não será possível com o auxílio de um Véio da Havan, hermano (Milei), ou do pedófilo psicopata que governa os Estados Unidos nem com o genocida sionista.
As cores do neoliberalismo pintadas por figuras  como Javier Milei, Trump, Netanyahu e os Bolsonaro não seduzem mais os brasileiros por um motivo muito simples- tivemos cá nossa experiência amaldiçoada no governo do Jair. E gato escaldado tem medo de água fria.
Com as honrarias a Milei os Bolsonaro podem perder para além eleição, o protagonismo político, porque a brincadeira sinistra pode ter empoderado o maluco da vizinhança como o líder da extrema direita no Brasil.
A pá de cal em Jair & Filhos LTDA.
Olhos atentos, podem soltar fogos. Sem barulho, por favor.
Coluna de opinião

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