Saiba como se proteger: golpe do falso pagamento é o mais comum em vendas online

Saiba como se proteger: golpe do falso pagamento é o mais comum em vendas online

Como evitar cair no golpe?

  • em casos de transações, só entregue o produto após ter certeza que o dinheiro está em sua conta-corrente ou conta digital;
  • mantenha contato por chats oficiais das plataformas e evite negociar em apps de mensagem convencionais;
  • desconfie de e-mails que simulem comunicações oficiais das plataformas e repare no domínio do e-mail; se precisar checar status da operação, prefira fazê-lo acessando o site.

Golpe da invasão de conta

Nessa modalidade, o golpista tenta entrar em contas das pessoas usando login e senha de bases de dados vazadas. Como as pessoas costumam variar pouco as senhas, ele consegue acesso e realizar compras ou publicar anúncios falsos de produtos. O fraudador aqui fica com o dinheiro recebido nas transações.

Como evitar

  • não repita senhas e tente criar opções fortes;
  • de tempos em tempos, é recomendável trocar sua senha

Golpe do roubo de dados

Nesses casos, os fraudadores roubam dados das vítimas para golpes futuros. Ele usa engenharia social, vulnerabilidade de sistemas e se vale da utilização recorrente de senhas fracas.

Como evitar

  • Evite ceder dados pessoais (como CPF, email e dados bancários) para terceiros;
  • Desconfie de vagas de emprego que não sejam de recrutadores ou empresas;
  • Use sempre o chat da plataforma, que conta com proteção à privacidade

Um levantamento divulgado pela OLX no último ano apontou que o golpe do falso pagamento é a modalidade mais comum em transações online. Ele representou 30,5% dos golpes em plataformas de venda entre consumidores durante todo o ano de 2023.

O levantamento foi feito por meio de registros de golpe de usuários em plataformas de e-commerce, apps, contas digitais e da OLX. Após o golpe do falso pagamento, aparecem invasão da conta (25,6%) e coleta de dados (17,8%).

No golpe do falso pagamento, os criminosos entram em contato com as vítimas, que estão vendendo algo pela internet, enviam um falso comprovante de pagamento e, então, recebem o produto sem ter efetuado realmente o pagamento. As informações são do ICL.

 

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