José Rego explica a sindicância de rotina e afirma que não fez nada errado

José Rego explica a sindicância de rotina e afirma que não fez nada errado

O chefe do departamento de Gestão de Redes da Secretaria Estadual de Educação, enviou nota explicando o inquérito administrativo. A publicação dessa sindicância chamou a atenção da imprensa pelo fato de inúmeros indícios de irregularidades terem sido denunciados na pasta, como a compra de computadores superfarutados e com pagamento antecipado que levou à prisão de envolvidos; evidências de superfaturamento em cestas básicas da merenda escolar e cerca de R$ 13 milhões gastos na compra de livros que são distribuídos gratuitamente pelo MEC.
Uma outra compra semelhante, já contratada, envolvendo mais R$ 10 milhões, foi impedida por Socorro Néri, quando assumiu a Secretaria.Veja Aqui
Foram tantos indícios que os deputados de oposição propuseram uma CPI para investigar as ações, mas o governo do estado manobrou para evitar apuração dos fatos. Inicialmente tentou cooptar o deputado Neném Almeida (Podemos), com um cargo para a esposa dele. Leia Aqui
Neném não retirou a assinatura e a pressão se voltou para as empresas terceirizadas, representadas no Legislativo pelo deputado Fagner Calegário (Podemos).  Veja Aqui
Calegário e Jonas Lima (PT), retiraram as assinaturas  inviabilizando a CPI. Veja Aqui
Por esses motivos todas as ações da Secretaria de Educação são acompanhadas.
Abaixo a explicação de José Rego:

Nota

“Sobre a matéria que saiu envolvendo o meu nome quero esclarecer que é um procedimento normal, o ano passado recebemos 5 computadores que forem instalados e 2 notebooks no departamento de gestão, guardamos os notebooks em um armário dentro da minha sala, cerca de 2 meses depois eu estava viajando quando a secretária precisou usar os notebooks e percebeu que os mesmos não estavam no armário, entrou em contato comigo, orientei para fazer um BO, quando retornei fizemos o encaminhamento para o Departamento de Sindicância, tudo dentro da normalidade do serviço público,  a Sindicância fez o trâmite legal, me ouviu e ouviu também outras pessoas do departamento, fizemos os esclarecimentos, aprontaram um relatório e encaminharam para a secretária que autorizou abrir o PAD, também tudo dentro dos procedimentos normais, como Chefe do Departamento sou o responsável pela guarda do patrimônio lotado nele, a solução que encontramos, mesmo tendo a consciência tranquila foi comprar outro equipamento equivalente e repor o bem, todos no nosso Departamento participaram do processo de compra para devolução, a Secretária Socorro Neri fez somente o procedimento legal, como Secretária tem o dever de zelar também por todo o nosso patrimônio, em nenhum momento ela teve a intenção de me prejudicar, é um procedimento normal do serviço público. Peço que divulgue com as correções necessárias, te agradeço meu amigo, tenho 62 anos, família e um nome a zelar, nunca me envolvi em nada errado”.
Foto- Portal Amazônia

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