Estudante de medicina é preso por induzir crianças a mandarem fotos nuas

Estudante de medicina é preso por induzir crianças a mandarem fotos nuas

As investigações começaram em junho do ano passado, após a mãe de uma das vítimas descobrir mensagens de cunho sexual do filho de 12 anos com o suspeito (veja detalhes abaixo). Segundo a polícia, o homem agia no Distrito Federal, no Mato Grosso e em Minas Gerais.

Os investigadores também suspeitam que ele tenha feito vítimas na Bolívia. O estudante estava foragido desde o ano passado, e foi encontrado em uma cidade no Mato Grosso.

Estudante de medicina é preso por induzir crianças a mandarem fotos nuas
Homem é preso por pedofilia, no DF — Foto: PCDF/Reprodução

De acordo com a Polícia Civil, a mãe de uma das vítimas percebeu, em junho do ano passado, que os diálogos com o suspeito ocorriam há um mês, durante jogos online dos quais o filho participava.

Nas conversas dentro da plataforma e por aplicativo de mensagens, o menor era aliciado pelo homem a enviar fotos nuas, ao mesmo tempo que recebia vídeos e fotografias pornográficas do suspeito, segundo a corporação.

Os investigadores afirmam que ele usava a influência que tinha nos jogos online para convencer as crianças a trocar fotos e vídeos sexuais, com a promessa de colocá-las em posições de destaque e receber recompensas no jogo.

Estudante de medicina é preso por induzir crianças a mandarem fotos nuas
Conversas entre homem preso e vítima de 12 anos — Foto: Reprodução

“Uma vez que conquistava a confiança das crianças, fornecia um número de WhatsApp, registrado em nome de terceiros, e passava a enviar e a receber tais vídeos”, afirma a Polícia Civil.

As investigações revelaram que o homem usava diversas linhas telefônicas, todas registradas em nomes de outras pessoas. Alguns dos diálogos ocorreram na empresa em que o suspeito trabalhava. Ele também convidava menores para fazer sexo em uma casa abandonada em Barra do Garças, em Mato Grosso.

A polícia afirma que ele estudava medicina na Bolívia e retornou ao Brasil para realização de um procedimento médico. No computador dele, havia envio de arquivos suspeitos para pessoas na Bélgica e Bolívia.

Via: ContilNet

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