Silvinei Vasques foi indicado para o comando da PRF pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ter respondido 8 sindicâncias ao longo de sua carreira. Reportagem da revista Piauí afirma que em 1997 com apenas 2 anos de carreira foi acusado de pedir propina para permitir que uma empresa de guincho atuasse nas rodovias federais região de Joinville- SC, tendo inclusive ameaçado de morte policiais que se recusaram a cumprir a permissão dele para a empresa. Leia Mais
Em outubro de 2000, Silvinei teve uma recomendação de demissão por conduta incompatível com a profissão. Ele agrediu a socos e chutes um frentista de posto de gasolina que se recusou a lavar o carro de Silvinei porque o posto não oferecia tal serviço.
Como o policial estava a serviço da PRF, o frentista processou a União – e a Justiça considerou Vasques culpado e condenou o Estado brasileiro a pagar uma indenização de R$ 52 mil. A Advocacia Geral da União (AGU), então, processou Silvinei Vasques e pediu o ressarcimento.
O processo interno da instituição recomendou demissão de atual diretor-geral por agressão. A expulsão só não ocorreu porque o caso prescreveu, revelam documentos obtidos pela CNN.
No total, o comandante da PRF no Brasil, respondeu a 8 inquéritos.
Durante o 2º turno das eleições ele se recusou a cumprir as ordens do TSE, e manteve as blitzen nas estradas, principalmente da região Nordeste do país, gerando constrangimentos a eleitores.

Desde o resultado das eleições, bolsonaristas bloqueiam estradas em todo o país com a conivência de alguns policiais rodoviários, conforme documentado em vídeos.

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