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Conselho Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia é criado para estimular o desenvolvimento cientifico

O governador Gladson Cameli assinou na tarde desta sexta-feira, 5, no Palácio Rio Branco, o decreto de criação do Conselho Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (CEICT). O colegiado está regulamentado no art. 6º da Lei nº 4.132 de 17 de julho de 2023, que dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação tecnológica e à inovação do sistema produtivo no estado.

Os membros nomeados, representantes do governo, do setor produtivo, do sistema S, autarquias, entidades científicas, startups e da comunidade, prestigiaram o evento. O deputado estadual Eduardo Ribeiro, representou a Assembleia Legislativa do Estado do Acre.

O colegiado está regulamentado no art. 6º da Lei nº 4.132 de 17 de julho de 2023, que foi sancionada pelo governador Gladson Cameli. Foto: José Caminha/Secom

Para o governador Gladson Cameli, o Estado precisa incorporar em suas atividades de gestão as soluções desenvolvidas pelas empresas tecnológicas. “O Acre tem que estar sempre à frente, ser protagonista, diminuindo a burocracia, gerando oportunidades em todas as pautas que possibilitem a geração de emprego e renda”.

Ainda de acordo o governador, o agronegócio gerou nos últimos anos novas oportunidades, mostrando um Acre mais desenvolvido com respeito ao meio ambiente. “Assim como somos referência na área ecológica, queremos gerar resultados positivos tecnologicamente, estarmos sempre atualizados”, acrescentou.

Vinculado à Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), o Conselho se configura como um instrumento estratégico para catalisar a inovação, promover o progresso científico e posicionar a jurisdição estadual como protagonista na economia do conhecimento para troca de informações e experiências.

O titular da Seict, Assurbanípal Mesquita, destacou que os membros do CEICT vão definir a política estadual de inovação, ciência e tecnologia, com base no respeito à vida, à saúde, à dignidade humana e aos valores culturais do povo, potencializando as vocações de cada região do estado.

“O Conselho surge como um mecanismo para alicerçar as políticas públicas ao reunir representantes de setor produtivo e governo, facilitando a criação de estratégias integradas, promoção de um ambiente propício para a pesquisa aplicada e o desenvolvimento tecnológico, incentivando o empreendedorismo principalmente da população jovem”, destacou Mesquita.

A atuação do Colegiado vai permitir uma gestão mais eficiente dos recursos destinados à inovação e à ciência, contribuindo para o aumento da competitividade e a melhoria da qualidade de vida da população. O presidente da Fundação de Amparo a Pesquisa do Acre (Fapac), Moisés Diniz, garantiu recursos para pesquisas em toda a Amazônia.

“O governo Gladson Cameli colocou meio milhão de reais para a Amazônia Mais Dez, iniciativa tem como objetivo apoiar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico sobre a floresta tropical. Com esses recursos estamos captando mais R$ 29 milhões das demais Fundações de Amparos à Pesquisa da Amazônia e do Sudeste, R$ 30 milhões do CNPq e R$ 30 milhões do Reino Unido. Desse total R$ 60 milhões estão destinados para qualquer pesquisa para os cientistas da Amazônia”, informou Diniz.

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