É um equívoco social, histórico e político inadmissível mexer nos pisos de saúde e de educação para saciar metas fiscais em atendimento à voracidade do mercado.
Essa linha não deve ser cruzada sob pena de rotular o governo como simulacro com verniz de esquerda do modelo neoliberal.
A definição constitucional prevê o mínimo às duas áreas contra oscilações políticas e ofensivas de gestores de toda ordem – é escudo contra a cobiça privada.
A flexibilização ameaça aportes porque sujeita a cenários momentâneos – uma insanidade em um país ideologicamente manobrado pela direita para tratar investimento como gasto supérfluo.
É erro histórico e político por identificar um governo de núcleo popular com o direitismo fracassado e culpado pelo esgarçamento do tecido social – gênese de um ódio difuso capitalizado pelo fascismo internacional.
O cenário mundial exige convicção e ação ideológicas contra esse modelo austero de sobreposição do capital ao bem-estar da coletividade – e ameaçar o mínimo é um ato suicida em benefício do extremismo.
O artigo de Tiago Barbosa refere-se à avaliação que os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, estão fazendo para desvincular do salário mínimo as verbas da Saúde, Educação e Previdência, Veja Aqui
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