Angola tem diamantes e cólera de sobra: país registrou 22 mortes e 383 casos de cólera desde início do ano

Angola tem diamantes e cólera de sobra: país registrou 22 mortes e 383 casos de cólera desde início do ano

Entre as 18:00 de terça-feira e as 18:00 de quarta-feira foram reportados 51 casos de cólera, dos quais 15 no município de Cacuaco, epicentro deste surto que afeta as provincias de Luanda, Bengo e Icolo e Bengo. Dos casos notificados, 10 foram confirmados laboratorialmente.

Com um total cumulativo de 383 casos, com idades entre os 2 e os 73 anos, desde a confirmação do surto, ocorreram 22 óbitos, dos quais 17 em Cacuaco, encontrando-se internadas 27 pessoas.

Os casos referem-se a doentes com desidratação grave ou severa ou morte por diarreia aquosa aguda e doentes acima de dois anos de idade nos locais onde a cólera existir, considerando-se confirmados quando o vibrião colérico for isolado nas fezes.

A cólera é uma doença grave e contagiosa associada à contaminação de água e alimentos, saneamento deficiente e más condições de higiene.

A Endiama, diamantífera angolana, prevê, para 2025, uma produção de 14,8 milhões de quilates de diamantes com faturamento de 2,1 mil milhões de dólares

Em 2023, Angola registou uma produção de cerca de oito milhões de quilates e faturou 2,9 mil milhões de dólares e em 2024 atingiu o recorde de produção, com 14 milhões de quilates

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