Com mais de 64 mil hectares de área plantada, safra no Acre fechou em 187.509 toneladas
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Com mais de 64 mil hectares de área plantada, safra no Acre fechou em 187.509 toneladas

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado no último dia 12 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que em novembro a safra produzida no estado foi de 187.509 toneladas. A área plantada teve um aumento de 4,1%, segundo o levantamento, passando de 61.694 hectares para 64.235 hectares.

O produto que mais alavancou o volume da safra foi a mandioca, com 495.940 toneladas, seguido ainda de mais de 119 toneladas de milho e 88,4 mil toneladas de banana. O levantamento traz, ainda, um prognóstico de produção para 2025 dos principais produtos, como:

Amendoim – 97 toneladas;
Arroz – 4.466 toneladas;
Feijão – 2.877 toneladas;
Milho – 123.181 toneladas;
Soja – 61.232 toneladas.

Para a estimativa da produção nacional total de grãos (cereais, leguminosas e oleaginosas), em 2025, os números levantados nas unidades da federação onde a pesquisa foi realizada, foram somados às projeções obtidas a partir das informações de anos anteriores, para aquelas que ainda não dispõem das estimativas iniciais.

Nos cálculos das projeções dos rendimentos apresentados, para a safra 2025, foram utilizadas as médias dos resultados obtidos nos cinco últimos anos, eliminando-se os extremos.

Com investimentos e capacitação, o setor do agronegócio no estado tem expandido e reunido resultados importantes. Paralelo aos dados do IBGE divulgados mensalmente, a Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri) elabora também um Boletim Econômico que aponta os principais indicadores socioeconômicos do agronegócio no estado.

Os dados são extraídos dos escritórios locais da Seagri, presentes em todos os municípios; Ministério da Agricultura; Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e do próprio IBGE.

De acordo com o Boletim Econômico, a agricultura no Acre ultrapassou, até outubro de 2024, a marca histórica de R$ 3 bilhões em valor bruto de produção (VBP), reafirmando a força e a resiliência dos produtores locais, que, mesmo em meio a eventos climáticos extremos, têm superado os desafios.

 

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