Apartheid: Crianças separadas por cor da pele em escola de Santa Catarina

Apartheid: Crianças separadas por cor da pele em escola de Santa Catarina

O relato parece retirado de um livro de história sobre a Alemanha nazista (década de 1930), ou o apartheid na África do Sul que durou até 1994 ou ainda uma imagem da segregação racial nos Estados Unidos que impedia negros até de sentarem em ônibus até 1956. Mas não. A cena ocorreu em pleno 2025 na cidade de São João Batista, interior de Santa Catarina.

O caso foi descoberto pelo Teodoro Adão (MDB) que denunciou a situação de possível racismo no Núcleo Infantil Cebolinha. Segundo ele, a unidade estava separando crianças pretas e brancas em salas diferentes.

O vereador disse ter se deparado com a situação de suposta prática de segregação racial no Núcleo Infantil Cebolinha, ao fazer uma visita ao local no dia 11 de janeiro para verificar denúncias de familiares de alunos.  Ao chegar ao local, deparou-se com uma cena que descreveu como “um tapa na cara”: em uma sala, a maioria das crianças era negra, com apenas uma criança branca; na outra, apenas crianças brancas.

“Na sala com os alunos pretos, tinha apenas uma criança branca. A professora falou para mim que quando chegou já estava desse jeito e não podia fazer nada. A outra professora viu e falou que não queria comentar para não dar desgaste”. Segundo o vereador, uma professora se justificou afirmando que “quando chegou no Núcleo, a separação já estava feita e não poderia fazer nada”. Outra educadora admitiu ter percebido a situação mas optou por manter silêncio para evitar conflitos. Com informações do Vip Social.

Ele expôs o caso na segunda-feira, 17 de janeiro.

Assista ao vídeo

 

Imagem Ilustrativa- BBC

 

Veja também

A hora do doido: Irã contratou psicólogos e psiquiatras para saber como lidar com Trump

A hora do doido: Irã contratou psicólogos e psiquiatras para saber como lidar com Trump

O governo do Irã contratou psicólogos e psiquiatras experientes para avaliar a condição mental do …