Ninguém rasga dinheiro
Os esforços de Donald Trump, para enfraquecer economicamente a China através de economicamente através de tarifas comerciais, o empresariado estadunidense continuam a apostar na China um porto seguro para negócios e investimentos.
Diante do cenário global de incertezas, criado por Trump, o empresariado dos EUA passou a reforçar sua presença na China, contrariando a Casa Branca. Segundo eles, a explicação está na previsibilidade dos fornecedores chineses e na complexidade logística de se redesenhar cadeias produtivas consolidadas.
“Permanecer na China é a estratégia de todos agora” disse Travis Luther, fundador da MOSO Pillow, empresa sediada em Denver especializada em produtos de cama feitos com fibra de bambu. De acordo com ele, a opção mais racional é manter a parceria com fornecedores chineses. “Permanecer na China e fazer a China funcionar é a estratégia de todos agora”, afirmou Luther. Em uma conferência recente com outros empreendedores dos Estados Unidos, ele relatou que ninguém parecia buscar alternativas fora do país asiático.
Para Luther, as vantagens da China vão além do custo: “isso nem é mais o motivo pelo qual a maioria das pessoas está na China. É porque eles têm processos de fabricação e engenharia muito sofisticados”, explicou.
A instalação de uma planta de processamento nos EUA, segundo o empresário, demandaria investimento de ao menos US$ 6 milhões (R$ 35 milhões) e levaria anos, incluindo o tempo de cultivo do bambu. Durante esse período, a empresa ainda teria de importar a matéria-prima com as tarifas em vigor.
Acre in Foco – Cobertura das Últimas Notícias do Acre Acre in Foco traz as últimas notícias do Acre, com cobertura atualizada sobre política, segurança, saúde, cultura e eventos locais. Fique por dentro de tudo
