Mesmo após entrega de madeira pelo governo, estrutura segue oferecendo riscos, principalmente a crianças e pedestres
As passarelas da única ponte de mão única que liga os municípios de Epitaciolândia e Brasiléia, na fronteira do Acre com a Bolívia, continuam oferecendo risco aos pedestres, apesar da reforma anunciada no início de maio passado. A estrutura, construída na década de 1980, está deteriorada, com buracos e tábuas soltas que colocam em perigo, sobretudo, crianças e idosos que transitam diariamente pelo local.
Casos de acidentes anteriores voltam a assustar a população. Entre os episódios registrados, está o de uma jovem que caiu da ponte durante a noite e sobreviveu após despencar de uma altura de cerca de 15 metros.
Enquanto a obra não sai, a travessia entre os dois municípios segue sendo um risco diário para quem precisa se deslocar a pé. Moradores cobram urgência nas providências para evitar possíveis tragédias. As informações são de O Alto Acre
