Paulo Figueiredo joga a toalha e chama Bolsonaro de puxa-saco de Alexandre de Moraes

Paulo Figueiredo joga a toalha e chama Bolsonaro de puxa-saco de Alexandre de Moraes

Revoltado com a performance de Jair Bolsonaro (PL), no depoimento ao STF,  Paulo Figueiredo disse em seu canal no YouTube que o ex-mito deveria ter chegado no tribunal como Jesus Cristo, “injustamente levado para o Calvário”. Bolsonaro não deveria ter pedido desculpas a Moraes e nem feito a “piada” de convidar o magistrado para vice.

A estratégia deveria ser o “tribunal da opinião pública”. Indignado, Figueiredo chamou Bolsonaro de “puxa saco”.

Paulo Figueiredo é neto do último ditador militar do Brasil, general João Figueiredo e é foragido da justiça brasileira. Ele está nos Estados Unidos de onde continua a publicar suas ideias de Extrema Direita.

Bolsonaro costuma voltar atrás no que diz

Figueiredo compartilhou artigo do jornalista de extrema-direita Cláudio Dantas, que disse:

“Fico imaginando Eduardo Bolsonaro neste momento tentando explicar a parlamentares americanos e autoridades do governo Trump o convite que Jair Bolsonaro fez a Alexandre de Moraes para ser seu vice em 2026 — uma brincadeira antecedida de um pedido constrangido,  absolutamente fora de hora e contexto. Piada que, de tão inusitada, arrancou risos nervosos de quem acompanhava o interrogatório na Primeira Turma. É difícil entender o que se passa na cabeça do ex-presidente, mas é fácil não enxergar graça nenhuma no episódio.

… Também pediu desculpas por ter colocado em dúvida a conduta ilibada de Moraes e de seus camaradas de toga. Pediu desculpas outra vez mais por ter se ‘expressado mal’ sobre as urnas ou sobre o processo eleitoral, pois sempre buscou atuar dentro das quatro linhas. Bolsonaro agiu como se fosse sair do banco dos réus para um happy hour com seu algoz, como se bastasse uma virada de página para enterrar anos de perseguição política.

Reeditou o recuo do 7 de setembro de 2021, quando depois de chamar o ministro de “canalha” e dizer que não cumpriria mais ordens judiciais, selou as pazes num telefonema para Moraes, intermediado por Michel Temer. Saiu-se com desculpas semelhantes, como a de que não tinha “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes” e que suas palavras “por vezes contundentes, decorreram do calor do momento”. Dessa vez, optou pela brincadeira, talvez na busca por um sorriso que o absolva, fazendo-nos duvidar de seu papel de vítima.”. Com informações do DCM

 

 

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