Politicagem bolsonarista nas igrejas freou avanço evangélico, diz pastor

Politicagem bolsonarista nas igrejas freou avanço evangélico, diz pastor

Aluízio A. Silva, líder da Igreja Videira afirmou que mistura entre púlpito e política afastou fiéis

Em um  vídeo postado nas redes sociais pela página O Fuxico Gospel, o pastor Aluízio A. Silva, fundador da Igreja Videira, comentou os dados do novo Censo do IBGE sobre a religião no Brasil e atribuiu ao bolsonarismo a desaceleração do crescimento das igrejas evangélicas no país.

Os dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE, revelam um crescimento significativo da população evangélica no Brasil. De acordo com a pesquisa, os evangélicos representam hoje 26,9% da população com 10 anos ou mais de idade — o equivalente a 47,4 milhões de pessoas — e seguem como o grupo religioso que mais cresce no país, ainda que em ritmo mais moderado do que em décadas anteriores.

“De cada quatro brasileiros, um é evangélico. Aleluia! Deus é bom. Espero que sejam regenerados, nascidos de novo. Glória a Deus por isso”, disse o pastor, celebrando os números. No entanto, ele destacou uma preocupação com o ritmo de crescimento da fé evangélica.

“No ritmo que as igrejas vinham crescendo até 2020, a previsão era que em 2032 o Brasil teria mais de 50% de evangélicos.

Segundo ele, embora o IBGE não aponte as causas, a razão é clara: “Eu vou te dizer qual é a causa disso. Foi o bolsonarismo. Quando os pastores no púlpito resolveram assumir politicamente algo, fecharam a porta da igreja pra montão de gente”, criticou.

Para ele, a politização dos púlpitos foi uma armadilha: “Isso é distração do maligno. Tenha muito cuidado com isso”, alertou.

Veja também

Bombardeio mais letal em anos mata 20 pessoas na Colômbia, sob acusação de guerrilheiros

Bombardeio mais letal em anos mata 20 pessoas na Colômbia, sob acusação de guerrilheiros

De La Spriella bombardeia seu povo com a ajuda de seus aliados Estados Unidos e …