Deputado autoexilado diz que punição é “histórica” e ameaça que autoridades brasileiras que apoiarem Moraes também poderão ser atingidas
Em nota conjunta assinada com o comentarista político Paulo Figueiredo, Eduardo classificou a sanção como “histórica” e afirmou que, pela primeira vez, Moraes enfrentaria “consequências concretas”. Os dois compararam o ministro ao presidente venezuelano Nicolás Maduro e o descreveram como “o arquiteto da censura, da repressão política e da perseguição judicial no Brasil”.
Segundo eles, as sanções financeiras são severas, mas ainda “leves diante do que Moraes impôs a milhares de brasileiros inocentes”. A nota alega que o ministro teria sido responsável por “exílio, silêncio forçado, humilhação pública, prisão sem julgamento, confisco de bens, destruição de reputações e famílias”, e cita ainda a morte de um apoiador, identificado apenas como “Clezão”.
A declaração mais incisiva do texto é um aviso direto a autoridades brasileiras: “O custo de apoiar Alexandre de Moraes, seja por omissão, cumplicidade ou conveniência, será insuportável. Para os indivíduos e também para suas famílias.” Para Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, a medida adotada por Washington é apenas o início de uma nova fase de enfrentamento ao que chamam de “tirania judicial” no Brasil.
“E este não é, nem de longe, o último passo e, como bem disse o secretário Rubio, é apenas um aviso”, escreveram. “Chegou a hora da escolha: estar com Moraes, ou com o Brasil.”
Por fim, os dois conclamaram outros países a seguirem o exemplo dos Estados Unidos e reforçaram sua confiança no governo Trump. “Somos muito gratos e conclamamos os demais líderes do mundo livre a se juntarem aos Estados Unidos”, finalizam. Com informações do Brasil 247
Obs:
Das cerca de 700 mil pessoas que morreram de covid durante a pandemia, metade poderia ter sido salva se o pai dele, Jair Bolsonaro (PL), tivesse comprado vacina a tempo.
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