Como diretora-presidente da WT Administração de Imóveis e Bens, Lídia assinou documentos relativos à disputa pela casa, situada na Ilha Comprida. Uma empresa ligada ao jogador Richarlison havia comprado o imóvel em 2020. Dois anos depois, uma decisão judicial transferiu a posse para a companhia de Tomaz. O processo terminou em junho de 2025, com resultado favorável ao advogado.
Flávio não era parte da ação, mas foi arrolado como testemunha pelos advogados ligados ao jogador. O senador esteve na casa duas vezes antes de a empresa de Tomaz obter a posse. Essa mansão é diferente daquela em que Flávio comemorou o aniversário da filha em fevereiro de 2026, embora ambas fiquem na Ilha Comprida.
Tomaz afirmou inicialmente que os jornalistas haviam abordado outra pessoa. Depois, sua assessoria confirmou que era Lídia e disse que ela havia respondido de forma evasiva por medo. O advogado sustenta que ela é formada em Administração e tem experiência em gestão. Há um registro profissional em nome dela no Conselho Federal de Administração.
O advogado nega que Flávio seja seu sócio ou tenha participado da aquisição da mansão. O senador foi procurado pelos autores da investigação, mas não respondeu.
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