Edvaldo destaca criação de sindicato das empresas da construção civil no Juruá e enfatiza o excesso de "caronas" que beneficiam empresas de Manaus
Edvaldo destaca criação de sindicato das empresas da construção civil no Juruá e enfatiza o excesso de “caronas” que beneficiam empresas de Manaus

Edvaldo destaca criação de sindicato das empresas da construção civil no Juruá e enfatiza o excesso de “caronas” que beneficiam empresas de Manaus

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) destacou a criação do sindicato das empresas da construção civil do Vale do Juruá, Envira e Tarauacá. A entidade reúne mais de 40 empresas, que a partir de agora terão maior representatividade por meio da organização sindical.
O parlamentar disse que o sindicato foi criado para “fazer uma luta e externar um grito desesperador”. Ele pontuou que diante da inúmeras caronas feitas pelo governo do Estado que beneficiam empresas de Manaus, estas empresas lutam para não irem à falência, tendo em vista o direcionamento de contratos emergenciais concentrados a apenas três empresas.
“A maioria absoluta esteve na linha de frente da campanha do governador. Hoje estão desesperadas, na pré-falência. A denúncia que eles fazem é conhecida: o festival de carona de empresas de fora. O festival de direcionamento de contratos emergencias, concentrados no máximo a três empresas daquela região, para fazer de tudo”, destacou.
Edvaldo disse que dos 5 lotes para recuperação de ramais colocados para licitação, apenas 1 será executado por empresa do Acre. “Os outros quatro ficaram para empresas de Manaus. Eu falo desse tema, essa boa nova da construção de um sindicato que reúne mais de 40 empresas no Vale do Juruá, porque elas terão a oportunidade de colocar a boca no trombone e nós vamos repercutir aqui”, frisou.
Por fim, o parlamentar disse que falou a respeito da Atlas Engenharia, que tem ganhado a maioria dos processos licitatórios e dispensas de licitação no Juruá. “Mais uma vez foi relembrando o milagre da Atlas. Se tem o natal, a Atlas ganha a iluminação. Se tem que recuperar um hospital, chama a Atlas. Se tem que recuperar uma pista de pouso com carrinho de mão, chama a Atlas. Era uma empresa que não existia, que surgiu com o novo governo”.

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