Márcio Bittar causa revolta e desagregação entre partidos citados como apoiadores de Márcia Bittar

Márcio Bittar causa revolta e desagregação entre partidos citados como apoiadores de Márcia Bittar

Márcio Bittar causa revolta e desagregação entre partidos citados como apoiadores de Márcia Bittar
Márcio Bittar causa revolta e desagregação entre partidos citados como apoiadores de Márcia Bittar

O senador Márcio Bittar apresentou ao governador Gladson Cameli (PP), um bloco de partidos formados pelo Solidariedade (que deu de presente a Moisés Diniz), PSL (sob a presidência de um funcionário do gabinete dele, Márcio), Republicanos (presidido pelo filho do senador), PTB ( sob o comando da fiel amiga dele, Charlene Lima), PSDB (cuja presidência esta com outro companheiro dele desde os tempos do PPS, Manoel Correia, o Correinha), Patriota (presidido pelo ex-vereador Josemir Anute), PSC (Robson Aguiar), mais o PDT de Luis Tchê e o Cidadania, presidido por David Hall.

Une a maioria desses dirigentes o sentimento bolsonarista, embora a presença de Moisés Diniz, ex-PCdoB, soe estranha no meio, assim como o PDT, criado por Leonel Brizola.

O PDT nacional ainda não se pronunciou sobre a aliança, mas dentro do partido no Acre o racha é visível. O  médico  Luciano Carioca, reagiu contra.  Ao site Notícias da Hora declarou que jamais caminhará ao lado Márcio Bittar a quem considera ” gente escrota, gente desumana…  político forasteiro… político de orçamento secreto”, Veja Aqui Mais baixas no PDT são esperadas, caso a Executiva Nacional do partido nao faça uma intervenção para corrigir os rumos do partido no Acre, apesar das divisões internas evidentes, com Ciro Gomes pré-candidato a presidente da República pelo PDT atacando os ex-presidentes Lula e Dilma (PT) e sendo atacado pelo neto de Leonel Brizola, fundador do partido, por esse posicionamento.

Luis Tchê, o presidente do PDT no Acre, foi até a semana passada na Assembleia Legislativa do Acre, um crítico ferrenho de Jair Bolsonaro.

Mas, se o PDT está dividido, o Cidadania está inteiro contra e afirma que o partido  não faz parte dessa aliança e nem fará. “Com a gente, não”.

A nota oficial do Cidadania não deixa margem para dúvidas. ”

Leia a nota:

“A diretoria estadual do Cidadania vem, por meio deste, informar que o partido Cidadania defende claramente a democracia, o amplo direito de todas e quaisquer minorias, além de defender óbvia e enfaticamente a vacinação contra o COVID. O Cidadania acredita na ciência e respeita todas as religiões. Sendo assim, diante dessas informações, pode-se garantir que o senador bolsonarista Márcio Bittar não se alinha com os ideais do Cidadania.

Márcio Bittar deveria parar de dar entrevistas criticando e colocando em xeque o uso da vacina no combater ao COVID-19 e também parar de tentar se apossar de partidos políticos. Márcio Bittar foi eleito para trabalhar pelo Acre e pelo Brasil e não para fazer politicagem.
O partido Cidadania continua independente, propositor e debatedor de ideias com vistas a melhorar a qualidade de vida dos acreanos.
Portanto, não está sendo feito nenhum alinhamento do Cidadania com o bolsonarista Márcio Bittar ou com sua ex-esposa. O Cidadania está trabalhando intensamente para construir uma candidatura a cargos majoritários que seja propositiva com ideais democráticos e desenvolvimentistas.
Vale concluir que essa é mais uma fake news que esses velhos políticos infelizmente costumam tanto usar. Usaram desse artifício em 2018 e querendo usar de novo para 2022. Com a gente, não”.
Foto Folha do Acre

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