O documento teve 140 votos de países a favor, 5 contra e 38 abstenções. Em 2 de março, quando a primeira resolução foi aprovada, o placar havia sido parecido: 141 a favor, cinco contra e 35 abstenções.
O Brasil votou a favor nos dois casos. Em ambas as votações a China se absteve, e as posições contrárias vieram de Rússia, Belarus, Síria, Coreia do Norte e Eritreia.
A resolução desta quinta pede a proteção de civis e o fim do cerco a cidades ucranianas, especialmente Mariupol. A ONU, porém, não tem meios para cobrar na prática o cumprimento dos pedidos aprovados no texto.
Apenas o Conselho de Segurança pode autorizar ações, e a Rússia, por ser um membro permanente do colegiado, pode vetar medidas contra seus interesses -como, aliás, já fez. Isso tem travado a atuação da ONU no conflito.
Via: NoticiaAoMinuto
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