A estatal petrolífera saudita Saudi Aramco anunciou, na quinta-feira (10), que ajudaria a construir uma imensa refinaria no noroeste da China. A novidade vem um dia após Riad, capital saudita, esnobar os apelos de Biden para expandir a produção de petróleo a fim de colaborar com a proibição dos EUA de comprar insumos energéticos russos.
A Aramco informou na quinta-feira (10) que trabalharia em conjunto com a North Huajin Chemical Industries Group Corporation e com a Panjin Xincheng Industrial Group, ambas da China, para construir uma refinaria integrada e um complexo petroquímico em Panjin, província de Liaoning.
A unidade terá capacidade para produzir 300.000 barris de petróleo por dia e terá um craqueamento de etileno de 1,5 milhão de toneladas por ano, além de uma unidade de paraxileno de 1,3 milhão de toneladas por ano.
Em 4 de fevereiro, a empresa estatal russa de gás Rosneft assinou um acordo de dez anos com a China National Petroleum Corporation (CNPC, na sigla em inglês) para enviar 200.821 barris por dia de petróleo para refinarias no noroeste da China.
Na quarta-feira (9), a Casa Branca tentou organizar ligações entre Biden, bin Salman e o xeque Mohammed bin Zayed al Nahyan, governante dos Emirados Árabes Unidos.
Foto-Isto É Dinheiro
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