Pego na mentira: documentos comprovam que Kelmon não é e nunca foi padre

Pego na mentira: documentos comprovam que Kelmon não é e nunca foi padre

Documentos comprovam que Kelmon não é e nunca foi padre

Agitador político, especulador imobiliário, comerciante, guia turístico…tudo. Menos Padre.

Documento da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil, Patriarcado de Antioquia e todo o Oriente, fez circular um documento entre todos os líderes e fiéis declarando que Kelmon não é nem nunca foi sequer membro da igreja, ou de igrejas irmãs, quanto mais “padre”. O documento explica que “Padre Kelmon” nunca foi nem membro leigo das igrejas ortodoxas nem no Brasil, nem em qualquer outro país. O documento informa que nenhuma das igrejas irmãs ou ortodoxas possui qualquer relação ou comprometimento com o mesmo ou com qualquer de seus feitos passados ou presentes. As igrejas irmãs citadas no documento assinado pelo Arcebispo Tito Paulo George Hanna, são a Igreja Copta Ortodoxa de Alexandria, Igreja Apostólica Armênia, Igreja Sirian Ortodoxa Malankara, a qual Kelmon diz pertencer e a Igreja Ortodoxa Etíope ou Eritréia, e Tito Paulo é Arcebispo da Igreja Siriam Ortodoxa de Antioquia no Brasil e todo o Oriente

Pego na mentira: documentos comprovam que Kelmon não é e nunca foi padre

O documento é de 14 de setembro de 2022.

Pego na mentira: documentos comprovam que Kelmon não é e nunca foi padre

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Amigo de Roberto Jefferson e candidato a presidente do Brasil pelo PTB, mantém uma loja de artigos religiosos em Brasília desde 2010, a Jabuti.

Ele chegou na comunidade quilombola de Bananeiras na Ilha de Maré, em Salvador afirmando ser sacerdote da Igreja Ortodoxa de Malankara. Nas redes sociais, ele diz pertencenter às igrejas ortodoxas orientais, ou ainda se apresenta apenas como um sacerdote ortodoxo. Para muitos, ele é conhecido apenas por ser padre e anda nas ruas vestido de batina. Kelmon se apresenta como padre ortodoxo e reza missas em locais improvisados.

Os modos pouco usuais e a religião, desconhecida da maioria atraíram atenções, entretanto, logo em seguida, os moradores de Bananeiras começaram a notar que ele se passava por “anfitrião” e “guia turístico” em sua conta no Instagram, convidando visitantes à Ilha. Logo grupos de imigrantes venezuelanos começaram a se instalar na comunidade, a convite do suposto padre.

Em novembro de 2020,  Kelmon postou uma foto em suas redes afirmando que havia colocado a pedra fundamental do que seria a “paróquia de São Lázaro de Betânia” – dentro do manguezal Ponta do Capim, uma área de proteção ambiental e não avisou a comunidade. Quando a maré encheu, levou a pedra e o falso padre disse estar sendo vítima de intolerância religiosa. A atitude revoltou os quilombolas que fizeram um abaixo-assinado para impedir a construção da paróquia dentro do mangue por ser uma área de proteção e comunidade quilombola. Kelmon então levou a polícia para a comunidade e segundo os moradores intimidou os habitantes dizendo ser amigo do ex-depurao Roberto Jefferson. O falso padre teria dito na ocasião:”eles não sabem com quem estão mexendo”.

Os membros da comunidade quilombola desconfiam que o falso padre e candidato a presidente do Brasil está numa linha de especulação imobiliária porque tem trazido pessoas para o local e continua convidando pessoas para conhecer a Ilha de Maré. Leia  Mais

Com informações do Faro da Bahia

Imagem- Folha Uol

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