A ficção científica pede passagem
O bioengenheiro germânico Hashem Al-Ghaili postou um vídeo conceitual promovendo a tecnologia de criação de úteros artificiais para ‘reprodução’ de bebês.
O EctoLife, primeiro útero artificial do mundo pretende dar à luz até 30.000 bebês por ano e seria capaz de modificar genes. De acordo com o projeto uma instalação 100 % tecnológica é capaz de transportar e parir fetos humanos fora do corpo. A tese também se aplica aos processos reprodutivos de mamíferos. A instalação alimentada por energia renovável, está planejada para abrigar 75 laboratórios, cada um equipado com até 400 cápsulas de crescimento ou úteros artificiais.
Em entrevista ao The Mirror UK, Al-Ghaili argumentou que tal recurso auxilia os países que enfrentam um declínio populacional severo.
Informações jornal britânico Metro.
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