A viagem deve ocorrer entre esta sexta-feira (3) e esse sábado (4). Outros países da América do Sul também são cogitados para uma espécie de giro.
O Brasil não está a princípio na lista do diplomata exilado em Madri, mas Paraguai e Uruguai estão nos planos
González tem prometido que irá à Venezuela na próxima sexta-feira, 10 de janeiro, data da posse de Nicolás Maduro e tomará posse com María Corina Machado, que acredita-se estar exilada em uma embaixada, como sua vice.
O diplomata de carreira é acusado de crimes como conspiração, falsificação de documentos, usurpação de poderes e lavagem de dinheiro.
O candidato derrotado nas eleições presidenciais, Edmundo González Urrutia, tem um mandado de prisão emitido pelo Ministério Público da Venezuela por crimes de conspiração, cumplicidade na utilização de atos violentos contra a República, usurpação de funções, falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, desconhecimento de instituições do Estado, instigação à desobediência às leis, associação para a prática de crime, entre outros.
Após os resultados das eleições realizadas em 28 de julho na Venezuela, onde foi eleito o presidente Nicolás Maduro, a extrema direita venezuelana, liderada pelo ex-candidato Edmundo González e pela oposicionista María Corina Machado, iniciou um processo de desestabilização no país, que causou o cometimento de diversos crimes por grupos ligados à extrema direita.
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