O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (20) que o país deixará a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O decreto também encerra a participação dos EUA nas negociações sobre o tratado global de pandemias, enfraquecendo os esforços internacionais para evitar futuras crises sanitárias. Funcionários americanos que atuavam em parceria com a OMS serão realocados em outras funções, e o governo pretende revisar a Estratégia Global de Segurança Sanitária, substituindo-a por uma abordagem interna.
Fim de contribuições e impacto global
A saída, que será efetivada em 12 meses, poderá causar danos significativos aos programas da OMS, especialmente em áreas críticas como o combate à tuberculose, HIV/AIDS e emergências de saúde pública. “O impacto será devastador para os programas que salvam milhões de vidas em países vulneráveis”, alertaram especialistas ligados à organização.
Um padrão de isolamento
A decisão de Trump ecoa seu padrão de isolar os EUA de acordos e instituições internacionais. Desde o início de seu mandato, ele retirou o país do Acordo de Paris sobre o clima, cortou financiamento a várias agências da ONU e implementou barreiras tarifárias contra parceiros estratégicos. Críticos apontam que essa postura pode minar a liderança global americana e comprometer esforços internacionais em áreas de saúde, meio ambiente e segurança.
Informações Brasil 247
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