De acordo com informações de bastidores obtidas pela jornalista Maria Eduarda Portela, o nome posto por Jair Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto é o do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP).
A indicação do filho se assemelha mais à prática monarquista na qual o filho mais velho assume o trono, ao contrário da rotina das Repúblicas. Lembrando que o Brasil é uma República desde 1889. Há 137 anos, portanto.
Inelegível por decisão do TSE e réu por crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, o que pode o levar para a prisão por pelo menos duas décadas, Jair Bolsonaro finge ser candidato em 2026 para manter sua base unida. Entretanto, na Direita e na Extrema Direita (ninho dele), fragmentada e sem um nome de consenso que a unifique faz com que cada um já corre para um lado diferente.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (Republicanos), já anunciou sua pré-candidatura.
Nikolas Ferreira (PL), talvez o mais falso dentre eles, articula mudanças na lei para que possa se candidatar a presidente do Brasil, enquanto finge defender Jair Bolsonaro luta pela possível transferência de votos de Jair para ele.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), preferido pela elite financeira para disputar com Lula (PT), foi descartado por Jair Bolsonaro em entrevista ao Flow Podcast na qual Tarcísio estava apresente.
O certo é que a insistência de Jair em indicar um dos filhos para “passar o cetro e a coroa”, está desagradando seus antigos aliados. Cada vez mais raros.
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