A segunda fase da operação busca prevenir ilícitos ambientais antes que ocorram, com ações de orientação e fiscalização. Acrelândia, assim como Feijó — onde ocorreu a primeira fase — está entre os municípios acreanos com maior incidência de queimadas.
A ação é coordenada pela Casa Civil e executada pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Polícia Militar do Acre (PMAC), Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), Defesa Civil Estadual, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), Grupamento Especial de Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com apoio do Programa REM.
O objetivo da operação é reduzir os índices de desmatamento e queimadas no estado, além de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e os benefícios que essa prática traz para toda a sociedade.
A operação terá atuação contínua em todo o estado, com foco na fiscalização, conscientização e punição de responsáveis por crimes ambientais. O efetivo fixo inclui oito militares do BPA, seis agentes da Sema, seis técnicos do Imac e sete bombeiros militares, podendo ser reforçado conforme a necessidade.
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