O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), aliado de Jair Bolsonaro, sugeriu que autoridades dos Estados Unidos investiguem o artista, que vive no país, por críticas ao trumpismo.
Gayer usou sua conta no X (antigo Twitter) para mandar uma mensagem na qual marcou o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio, taxando o ator Wagner Moura de “extremista” e insinuou que sua presença deveria ser monitorada. A declaração ocorreu depois de entrevistas em que o ator destacou a dificuldade dos EUA em lidar com movimentos golpistas internos.
O episódio evidencia uma contradição: setores da extrema direita dizem defender a liberdade de expressão, mas pedem sanções contra um artista por exercer esse direito. O que mostra a disposição desses grupos em usar qualquer recurso para silenciar vozes críticas, ainda que isso envolva acionar governos estrangeiros contra cidadãos brasileiros.
Gustavo Gayer é um dos mais ferrenhos defensores de figuras associadas ao ataque às instituições brasileiras.
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