Inteligência artificial vai matar a humanidade, alertam pesquisadores

Inteligência artificial vai matar a humanidade, alertam pesquisadores

O potencial da IA é de matar a Humanidade!

Um grupo de cientistas, dentre os quais vários pesquisadores da Inteligência Artificial, publicou um manifesto alertando que a IA tem o mesmo potencial de destruir os seres humanos que as armas nucleares.

O sucinto manifesto diz: “Mitigar o risco de extinção causado pela IA deve ser uma prioridade global, juntamente com outros riscos em escala social, como pandemias e guerra nuclear”.

O alerta foi endossado por centenas de cientistas, professores universitários e empresários de todo o planeta.

O manifesto voltou a ser compartilhado depois que um pesquisador da Anthropic, Evan Hubinger, escreveu na rede X que a chance de a IA matar todos os humanos nos próximos 10 anos está acima de 10%.

Hubinger diz que não vê problema nos modelos atualmente em uso, mas alertou sobre a rápida evolução da tecnologia.

O alerta foi feito depois que o diário Financial Times informou que a Anthropic negou-se a submeter seu modelo mais novo ao Instituto de Segurança da Inteligência Artificial, no Reino Unido.

Trata-se de uma instituição que zela pela segurança da tecnologia.

No dia 8 de setembro, o pesquisador Jacob Coxon pediu demissão da Anthropic alertando:

Passei os últimos três anos fazendo pesquisa de pré-treinamento tanto na OpenAI quanto na Anthropic. Nenhuma das duas empresas está agindo com responsabilidade. Elas estão correndo a passos largos para a superinteligência autoaperfeiçoável e apostando com nossas vidas.

Relembrando o computador AL

No filme 2001, Odisseia no Espaço, o diretor Stanley Kubrick imaginou um computador tão competente que assumiu o controle total de uma nave espacial, enquanto batalhava com um humano para não ser desligado.

Três das principais empresas do ramo no Ocidente — OpenAI, Anthropic e Meta — reportaram tentativas de hackeamento pelos chamados “agentes de IA”, sistemas autônomos projetados em laboratório.

Por Luiz Carlos Azenha

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