Esses produtos desfolhantes foram desenvolvidos no início dos anos 1940 e foram usados na Segunda Guerra (1939-1945) e são enquadrados como guerra química e biológica. No Brasil o 2,4-D é utilizado nas lavouras de soja.
“O 2,4-D tem prejudicado severamente a vitivinicultura, pois a vaporização intensa desses produtos facilita o carregamento pelo vento para outras áreas, afetando culturas sensíveis situadas muitas vezes a quilômetros de distância”, argumentou o autor da proposta, deputado Bibo Nunes (PL-RS).
“Em 2019, a deriva desses herbicidas causou graves perdas em plantações de maçã, uva, oliva, noz-pecã, erva-mate, tomate e hortaliças em 16 municípios gaúchos”, continuou Nunes. O impacto desses herbicidas hormonais foi debatido em audiência pública realizada em julho último por três comissões da Câmara.
Pela proposta, órgãos de fiscalização deverão manter os dados dos responsáveis, para o controle do uso desses herbicidas hormonais. O texto prevê que o poder público deverá estimular o emprego de tecnologias alternativas e, no eventual descumprimento da regulamentação, o 2,4-D poderá ser proibido no Brasil.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Bilbo Nunes (PL-RS), é o deputado federal que afirmou que estudantes universitários mereciam ser queimados vivos por estarem se manifestando contra os cortes na Educação. Veja Aqui
Com informações da Câmara dos Deputados
Acre in Foco – Cobertura das Últimas Notícias do Acre Acre in Foco traz as últimas notícias do Acre, com cobertura atualizada sobre política, segurança, saúde, cultura e eventos locais. Fique por dentro de tudo
