Dados do Inpe, comprovam que entre 2019 e 2021, o Acre viu desaparecer uma área de 991,88 quilômetros quadrados. A quantidade de floresta destruída em três anos de Gladson Cameli é o dobro do que foi desmatado durante os últimos 4 anos de seu antecessor, Tião Viana(PT). No último mandato de Viana, o desmatamento atingiu 468,8 quilômetros quadrados.
Segundo jornalista Fábio Pontes, especialista em questões ambientais, este é um dos piores momentos de preservação da Floresta Amazônica no território acreano.
“Desde a chegada de Gladson Cameli (PP), ao governo, o Acre experimenta uma velocidade de devastação da floresta sem precedentes; talvez até haja semelhança, com as décadas de 1970 e 1980, quando a floresta acreana passou a ser destruída pela política da ditadura militar (1964-1985) de ocupação da Amazônia. É com essa mesma visão que o atual governador tenta fazer, da versão mais arcaica do agronegócio, o carro-chefe da economia local”, diz Pontes.
Além de recordista em desmatamento, o Acre também está em queimadas. Enquanto o bioma Amazônia registra, até a presente data, uma redução de 10% no registro de focos de queimada em 2021, na comparação com o mesmo intervalo de tempo de 2020, o Acre tem elevação de 30%.
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Foto Ilustrativa- Acredite ou Não
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