Asspen diz que concurso provisório pode ser usado para contratação de cabos eleitorais

Já chega de tanta desvalorização! A frase inicia o desabafo do presidente da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (Asspen), Eden Alves Azevedo, que diz que com base na informação de que o Insituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) estaria preparando um processo seletivo simplificado para contratação de servidores provisórios, vem a público, de antemão, se manifestar contra qualquer ato neste sentido.

O chamado “concurso provisório” é um verdadeiro retrocesso para a nossa categoria, pois ao passo que não resolve o problema com a defasagem de pessoal, demonstra o descaso da Administraão Pública com a Polícia Penal do Acre, a única das forças de segurança do Estado sem a realização de concurso público efetivo há mais de 12 anos.

A Asspen reitera, que qualquer “concurso provisório” neste momento pode ser, na verdade, a contratação de um exército de cabos eleitorais para o pleito de 2022, uma vez que a medida não se justifica do ponto de vista orçamentário, tampouco administrativo.

Neste contexto, solicitamos urgentemente que o Iapen, pelo bem da Polícia Penal do Acre, abra mão de sua postura de subserviência e lute de verdade pela categoria nas pautas que são realmente eficazes, como a equiparação salarial, o subsídio, o pagamentos das verbas atrasadas e finalmente, o concurso público para provimento de cargos efetivos.

 

 

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