O governo do estado gasta mais de R$ 26 milhões/ano com os salários de apenas 200 servidores lotados nos cargos de chefia dentro da Secretaria Estadual de Educação.
Cada um desses cargos de chefia recebe em média R$ 12 mil/mês em um único contrato. Alguns têm mais de um contrato.
Na página da transparência é possível encontrar professores P2 30h, lotados na Secretaria de Educação do Acre com salários de R$ 16.230 mil.
Os salário de um professor efetivo em início de carreira é de R$ 2.400 mil. Os salários mais altos dos professores no topo da carreira não ultrapassam os R$ 4.324 mil, após 30 anos de carreira.
Professores em sala de aula atendem em média 7 turmas por turno, com 210 alunos por turno.
A disparidade entre a remuneração dos professores lotados na Secretaria de Educação para exercer serviços burocráticos em contraste com o trabalho estafante e mal remunerado revolta a categoria.
O professor provisório recebe 90% do salário de um professor efetivo na primeira letra. Ou seja ganha menos de R$ 2 mil líquido por mês.
De acordo o deputado Daniel Zen (PT), ao todo existem 1.500 cargos comissionados na Secretaria de Educação, no governo Gladson Cameli.
Se o Governo fizesse o dever de casa, como se propôs na eleição, certamente a educação não precisaria deflagrar uma greve na proporção da que está acontecendo”.
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