O senador Sérgio Petecão (PSD), disse que não teve tempo de ver a confusão do troca-troca de partidos e a adesão destes à reeleição de Gladson Cameli. Ele reconhece que partidos são importantes numa disputa eleitoral porque contribuem com tempo de TV, estrutura e dinheiro, mas que isso não é tudo: “Em 2020, estávamos praticamente sózinhos, o PSD e um pedacinho do PP que o Gladson não levou e ganhamos a eleição com o Bocalom”.
O governador Gladson Cameli (PP), está juntando vários partidos sob o seu comando, com vistas à reeleição. Ele conta com o senador Márcio Bittar (Leia), nessa empreitada.
Gladson tem em sua órbita de comando o Podemos do ex-petista Ney Amorim, o Solidariedade do ex-comunista Moisés Diniz, o PP, o grupo do MDB ligado ao deputado Flaviano Melo e ao senador Márcio Bittar (Leia), o PTB e o Republicanos que vão para onde Márcio Bittar mandar, o PSDB do fiel Correinha, o DEM do deputado Alan Rick e mais recentemente o anúncio do PSL, que deverá ficar com o Secretário de Saúde Alyson Bestene como preposto.
O anúncio do PSL na base do governo Gladson, foi feito nesta sexta-feira (04), pelo presidente da Executiva Estadual, Pedro Valério. Segundo ele, o oftalmologista Eduardo Veloso (Leia), 1º suplente de senador de Márcio Bittar, também deve se filiar. A filiação está prevista para acontecer no dia 14 com a presença do vice-presidente da Nacional do PSL, Pedro Rueda.
Entretanto o vice-governador Major Rocha, afirma que o jogo ainda não está definido: “Os dados ainda estão rolando”.
Foto- O Combatente
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