As suspeitas surgiram após uma fiscalização de deputados da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). De acordo com o Metrópoles, os parlamentares apontaram a ausência de obras de arte, móveis, pratarias, louças, equipamentos e livros que integravam a antiga residência oficial dos governadores mineiros.
O governo de Minas Gerais contesta a acusação de desaparecimento. A administração estadual afirma que os objetos foram catalogados e transferidos legalmente para outros órgãos públicos. Até o momento, porém, o paradeiro de parte do acervo ainda é questionado pelos deputados responsáveis pela fiscalização.
Segundo informações divulgadas pela Assembleia Legislativa, entre os itens não encontrados estariam um aparador, uma mesa de jantar com capacidade para aproximadamente 40 pessoas, equipamentos da cozinha profissional e uma biblioteca formada por 1.038 livros.
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