“São preocupações que vão desde a situação das adequações físico sanitárias nas escolas que, infelizmente, não estão acontecendo, até a carência de servidores de apoio. Vale a pena ressaltar, que o último concurso para servidores de apoio foi realizado na época em que fui secretário. Hoje, está faltando profissional da área de apoio para completar a lotação das escolas”, observou.
O oposicionista também falou sobre as perdas que os profissionais da educação sofreram na pandemia. “Suspenderam o pagamento da gratificação do ensino especial, assistentes, mediadores e professores do AEE deixaram de receber na pandemia. Hoje, tem cuidador fazendo o papel de mediador, tem cuidador responsável por dois ou três alunos especiais quando a lei diz que é um cuidador por aluno. Estamos falando de um trabalho que foi resumido a semiescravidão, isso porque a SEE quer economizar dinheiro, o porquê disso eu não sei”, complementou.
Via: ALEAC
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