Harry é filho do rei Carlos III do Reino Unido e irmão do príncipe William, futuro soberano britânico
A implicância começou com uma declaração de Harry para sua biografia (“Spare”) na qual ele afirmou que usou cocaína, maconha e psicodélicos durante um período em que já estava nos EUA e abriu um processo contra o Departamento de Segurança Interna para que seus registros de visto ao país fossem tornados públicos. Para os extremistas, “qualquer pessoa que se inscreva (para viver) nos EUA precisa ser honesta em sua inscrição, e não está claro que esse seja o caso do príncipe Harry”, disseram ao jornal britânico London Daily Telegraph.
A Heritage Foundation, uma think tank de extrema direita que tem muita influência no novo governo radical de Donald Trump, pediu a deportação imediata do príncipe Harry.
Numa saia justa, entre atender o extremo dos extremistas e criar uma situação insustentável com a Inglaterra e a Europa, o misógino Donald Trump, preferiu atacar a afro-estadunidense Meghan Markle, esposa do príncipe Harry: ““Eu não quero fazer isso [deportá-lo]… Vou deixá-lo em paz. Ele já tem problemas suficientes com a esposa. Ela é terrível”. As informações são da Revista Fórum.
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