Deputado fujão elogia Trump e ameaça líderes do Congresso
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que abandonou seu mandato em março, protagonizou mais um ato de subserviência ao se referir ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como “meu chefe” durante entrevista ao canal Oeste, de extrema-direita. A declaração, transmitida em vídeo divulgado hoje pelo Diário do Centro do Mundo, viralizou nas redes sociais.
“Está cantando musiquinha quem tem medo do lobo mau. Vocês acham que o meu chefe, presidente Trump, eu estou me colocando no lugar da autoridade americana aqui.” A gafe foi vista por muitos como reveladora da submissão aos EUA, como fosse deputado dos Estados Unidos e não eleito pelos brasileiros.
No mesmo programa, ele lançou ameaças explícitas aos presidentes do Congresso Nacional—Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado)—insinuando que poderão sofrer retaliações diplomáticas de Washington caso não aprovem projetos de interesse da extrema-direita brasileira, como a anistia ao pai dele, Jair Bolsonaro (PL).
“Davi Alcolumbre… certamente está no foco do governo americano. E também Hugo Motta… tem a novidade da lei da anistia.”
A postura escancarada do parlamentar reforça a narrativa de que ele não representa soberania nem patriotismo, mas um projeto de alinhamento automático ao poder estrangeiro — um comportamento que expõe a falta de caráter e autonomia política. Com informações do Notícias Progressistas
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