Governo Trump cobra “fim da censura” que impede nazistas de pregarem ódio
O “relatório” do governo de Donald Trump sobre “os Direitos Humanos no mundo”, aquele mesmo que atacou frontalmente o Brasil com acusações descabidas e sem qualquer nexo com a realidade, usado como instrumento político para atingir a gestão do presidente Lula (PT) e enaltecer o aliado Jair Bolsonaro (PL), trouxe uma “análise” bizarra sobre a Alemanha.
Trump usou o tal relatório para atacar o governo do chanceler Friedrich Merz, assim como o Estado alemão, por proibir manifestações nazistas em seu território. Sim, você não leu errado: Donald Trump agora faz pressão para que a Alemanha legalize o nazismo, a ideologia de extrema direita responsável pelo mais notório genocídio da História.
“O governo (alemão) impôs limites à liberdade de expressão de grupos que considerava extremistas (…) O governo prendeu, julgou, condenou e encarcerou várias pessoas por discursos que as autoridades consideraram incitar o ódio racial, endossar o nazismo ou negar o Holocausto”, afirma o “relatório” em tom de indignação.
Revoltado e de forma curta e grossa, o governo alemão reagiu à “análise” do governo de Donald Trump.
“Não há censura na Alemanha”, limitou-se a dizer o vice-porta-voz do governo, Steffen Meyer, apenas complementando: “Temos um nível muito alto de liberdade de expressão na Alemanha e continuaremos a defendê-la de todas as formas”, acrescentou. As informações são da Revista Fórum
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