América Latina se levanta contra agressão dos EUA à Venezuela

América Latina se levanta contra agressão dos EUA à Venezuela

Uruguai condena ataque dos EUA à Venezuela e pede ação da ONU e da OEA

Chancelaria alerta para risco à paz regional e reforça princípio de não intervenção entre Estados soberanos.

O governo do Uruguai manifestou neste sábado (3) séria preocupação com os acontecimentos recentes na Venezuela e rejeitou de forma categórica a ofensiva militar dos Estados Unidos contra o país sul-americano. Em nota oficial, Montevidéu alertou para os riscos à estabilidade regional e reafirmou o compromisso histórico da América Latina e do Caribe como uma zona de paz.

A posição foi divulgada pela chancelaria uruguaia, que informou estar acompanhando atentamente os relatos das últimas horas vindos da Venezuela, incluindo ataques aéreos dos Estados Unidos contra instalações militares e infraestrutura civil. No comunicado, o governo uruguaio reiterou sua oposição à intervenção militar de um país no território de outro e defendeu o respeito estrito ao direito internacional.

México condena ação dos EUA na Venezuela e cita Carta das Nações Unidas

 O governo do México condenou com veemência a operação conduzida pelos Estados Unidos na Venezuela na madrugada deste sábado (3), classificando a ação como uma “intervenção militar”. Em posicionamento oficial, a administração mexicana denunciou a captura e o traslado do presidente venezuelano Nicolás Maduro e defendeu o respeito ao direito internacional, além da busca por uma solução pacífica para a crise.

Em comunicado, a Secretaria de Relações Exteriores do México afirmou que a ação das forças dos Estados Unidos configura “uma violação da Carta da Organização das Nações Unidas”. O texto ressalta que a América Latina e o Caribe são reconhecidos como uma zona de paz e alerta que qualquer intervenção armada representa uma ameaça direta à estabilidade regional.

Boric condena ataques dos EUA e defende diálogo na Venezuela

Presidente chileno afirma que crise deve ser resolvida com diálogo e respeito ao direito internacional.

 

 

 

 

Veja também

Como a extrema direita lucra com a radicalização política

Como a extrema direita lucra com a radicalização política

Quando o conflito permanente se torna uma máquina de dinheiro, a radicalização política vira um …