O governo da Coreia do Norte afirmou neste domingo (4/1) que monitora “de perto” os acontecimentos na Venezuela após a prisão do presidente Nicolás Maduro, nesse sábado (3).
A nota diz que o governo norte-coreano espera que a “democracia seja restaurada”. Além de pedir que a vontade do povo venezuelano seja respeitada, o porta-voz de Kim Jong-Un diz aguardar “que a situação na Venezuela seja estabilizada o mais breve possível por meio do diálogo”.
Coreia do Norte também pediu que as partes envolvidas se esforcem para “aliviar tensões” na região. Na nota, a Coreia do Norte afirmou que toma as medidas necessárias para se certificar que os cidadãos coreanos residentes na Venezuela estejam seguros.
“Incidente reflete natureza desonesta e brutal dos Estados Unidos”, afirmou porta-voz. À agência estatal KNCA, um representante do Ministério das Relações Exteriores do país afirmou que o ato foi uma “grave violação” da soberania do país latino e uma violação ao direito internacional.
Comunidade internacional deve considerar seriedade da situação na Venezuela, disse representante do ministério. O porta-voz também afirmou que a ação de Trump traz ainda mais instabilidade para uma região já enfraquecida.
No mesmo dia, a Coreia do Norte fez um teste de armas, lançando um míssil balístico em direção ao mar do Japão. O lançamento do míssil de Pyongyang foi denunciado pelas autoridades de Tóquio.
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