Governo espanhol diz que decisão segue compromisso com o direito internacional e critica exclusão da Autoridade Palestina
Ao explicar os motivos da recusa, Sánchez destacou que a posição de Madri está alinhada com o respeito ao direito internacional, à Organização das Nações Unidas (ONU) e ao multilateralismo. “Coerência com o compromisso de Madri com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo” foi a justificativa central apresentada pelo premiê. A criação do conselho tem sido interpretada por setores da diplomacia internacional como uma tentativa de esvaziar o papel da ONU, principal organismo multilateral do mundo. Sánchez também apontou como fator negativo a ausência da Autoridade Palestina na composição do órgão.
Entre os países que aceitaram participar do conselho estão Armênia, Arábia Saudita, Argentina, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã. Já na lista de países que ainda não responderam ao convite aparecem Brasil, Reino Unido, China, Croácia, Alemanha, Itália, Rússia, Singapura e Ucrânia. As informações são do BR 247
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