Episódio se soma a outras abordagens e detenções recentes em aeroportos
De acordo com o texto, a abordagem estaria relacionada às perseguições sionistas contra ele por seu papel no movimento de solidariedade à Palestina. Segundo o relato, autoridades de imigração de diferentes países já teriam informado ao ativista a existência de registros por suposto “apoio ao terrorismo” e “passaporte perdido”, além de orientações para contato com a Interpol.
Ainda conforme a postagem, Ávila permanece na Argentina por apenas um dia, com agenda voltada ao lançamento do capítulo da Flotilha Global Sumud no país. Na sequência, ele deve seguir para Barcelona, onde participará do lançamento de uma missão internacional que pretende denunciar o bloqueio imposto à Faixa de Gaza e estabelecer um corredor humanitário marítimo.
Histórico de abordagens
O episódio ocorre poucos dias após outra detenção envolvendo o ativista. Na quarta-feira (25), ele foi retido por autoridades do Panamá durante uma conexão no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá. Segundo informações de sua equipe de comunicação, Ávila permaneceu por mais de duas horas sob custódia e foi submetido a interrogatório, sem contato imediato com apoiadores.
Na ocasião, ele retornava de Cuba, onde participou da flotilha de solidariedade Nossa América, uma iniciativa internacional que partiu do México e transportou 14 toneladas de suprimentos, incluindo alimentos, medicamentos e painéis solares. Após o episódio no Panamá, Ávila desembarcou no Brasil na madrugada de quinta-feira (26). Em vídeo divulgado após a chegada, afirmou que estava bem e agradeceu as manifestações de apoio recebidas.
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