Docente foi flagrada com maconha e aparelho de choque nas proximidades da escola; colegas relataram comportamento estranho
Uma professora de matemática de 33 anos foi presa após ser flagrada com substâncias ilícitas que pretendia comercializar dentro do campus escolar, de acordo com a acusação. Jocelyn McArthur dava aulas a turmas da Overhills High School, na Carolina do Norte (EUA), e foi presa em Spring Lake após denúncias sobre a presença de drogas na instituição.
Segundo registros policiais, a docente, mãe de duas adolescentes, foi flagrada com maconha em quantidade que, para as autoridades, indicaria intenção de venda ou distribuição dentro da própria escola. Além da droga, foi apreendido um dispositivo de choque, descrito nos documentos oficiais como um taser de cor rosa, item cuja posse é proibida em propriedades escolares naquele estado, de acordo com o NY Post.
Ela acabou autuada por posse de substância controlada com intenção de fabricar, vender ou entregar nas proximidades de uma escola, além de posse de parafernália associada ao uso de drogas. A legislação local trata com rigor qualquer arma ou equipamento capaz de causar dano físico em áreas destinadas a estudantes.
Comportamento “problemático”
Relatos de um ex-colega de trabalho indicam que havia preocupações anteriores em relação ao comportamento da professora. De acordo com esse profissional, a direção da escola teria tentado afastá-la em mais de uma ocasião, sem sucesso definitivo.
A descrição de um padrão de conduta considerado problemático por colegas, incluindo comentários sobre cheiro constante de maconha, ajuda a explicar por que o caso chamou a atenção para os procedimentos internos da escola.
“Ela cheirava à maconha, a sala de aula dela cheirava muito à maconha todos os dias”, disse o colega de trabalho, que preferiu não ser identificado. “Isso não é novidade. Essa situação vem se repetindo há tempos.”
“O nosso diretor tentou demitir essa mulher duas vezes. Ele a mandou para casa. O escritório do condado a mandou de volta para a escola”, acrescentou.
Na página oficial da escola, a professora aparecia como responsável por turmas de matemática avançada, inclusive classes de honra. A comunidade passou a se perguntar se sinais anteriores teriam sido ignorados ou se houve falhas de comunicação entre administração escolar e órgãos do distrito. As informações são do Estado de Minas
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