O detergente Ypê, Lula, Bolsonaro, Trump, Master e Ciro Nogueira

O detergente Ypê, Lula, Bolsonaro, Trump, Master e Ciro Nogueira

Lula foi traído no Senado por essa gente que derrubou a indicação do Messias porque eles queriam que o presidente segurasse as investigações na PF. Vejam só como é tudo boa gente

Você deve estar se perguntando o que o Ciro Nogueira tem a ver com o Trump e o Bolsonaro com o detergente Ypê. Calma, muita calma.

Eu vou explicar tudo para você. Vamos começar pelo Ypê, cujos detergentes do lote com final 1 foram proibidos pela Anvisa por terem presença de bactérias que podem causar danos humanos. Ou seja, produto com risco para a saúde.

Aí eu lembrei de que tinha alguma coisa do Ypê com o Bolsonaro. Sim, claro.

Jorge Eduardo Beira, vice-presidente de operações da empresa, fez uma contribuição de R$ 500 mil para o Bozo pai na eleição de 2022.

Waldir Beira Júnior, presidente do conselho da Ypê, e Ana Maria Beira, integrante dos conselhos de sócios e administração, destinaram R$ 250 mil cada um.

Ou seja, o Ypê deu 1 milhão por dentro para a campanha do Bolsonaro em nome dos sócios. Porque empresa não pode mais doar.

Opa! Como não pode mais doar se o Ciro Nogueira que foi o ministro da Casa Civil do Bolsonaro e era o preferido do Flávio para ser seu vice recebia de R$ 300 a R$ 500 mil por mês do Master para fazer leis picaretas para o Vorcaro no Senado?

Pois é, mas o que tudo isso tem a ver com o Lula e o Trump?

Lula foi traído no Senado por essa gente que derrubou a indicação do Messias porque eles queriam que o presidente segurasse as investigações na PF. Vejam só como é tudo boa gente. Segura o caso Master que a gente aprova o Messias…

 

Mas e o Trump? O que o Trump tem a ver com Isso?

 

O Trump estava hoje com o Lula e essa turma toda torcia para que Lula fosse desmoralizado. Queriam que o Trump metesse mais tarifas no Brasil. Que viesse pra cima do Pix. E o Flávio Rachadinha queria até que ele invadisse a Baía da Guanabara.

Se funhanharam. Lula deu um olé em todo mundo e foi chamado por Trump de “very dinamic”. Ou seja, “o muito dinâmico presidente do Brasil”. Enquanto eles querem passar a imagem de um velho gagá para Lula, Trump chama ele de “very dinamic”.

Quaquaquá.

Por Renato Rovai

Veja também

Tarifaço de Trump pode atingir 36,5% das exportações do agro brasileiro aos EUA

Tarifaço de Trump pode atingir 36,5% das exportações do agro brasileiro aos EUA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil afirmou que 36,5% das exportações do agronegócio …