2.200 presos morrem nas cadeias do Brasil por ano

2.200 presos morrem nas cadeias do Brasil por ano

Leiam essas informações com resumos da precariedade de saúde de milhares de presos no Brasil, que cumprem penas pelos mais variados crimes.

O sistema prisional brasileiro registra uma média aproximada de 6 mortes por dia, o que totaliza cerca de 2.100 a 2.200 óbitos por ano.

Estudos indicam que 62% das mortes nas prisões brasileiras são causadas por doenças. Tuberculose, pneumonia e infecções generalizadas são as mais comuns.

A pneumonia e outras complicações respiratórias são agravadas pela falta de ventilação e luz solar nas celas. A incidência de tuberculose nas cadeias é até 30 vezes maior do que na população em geral.

A Pastoral Carcerária relata que o Brasil mantém, muitas vezes ilegalmente, doentes mentais presos. Há também casos de idosos com saúde frágil cumprindo pena.

A legislação brasileira (Lei de Execução Penal) permite a concessão de prisão domiciliar a presos com doenças graves que não podem ser tratadas no estabelecimento prisional. No entanto, a aplicação prática enfrenta desafios devido à falta de laudos médicos adequados ou de estrutura.

Embora a lei garanta assistência médica, o “estado de coisas inconstitucional” do sistema carcerário brasileiro, reconhecido pelo STF (ADPF 347), resulta na precariedade do atendimento de saúde, tornando a prisão de doentes um problema crônico.

(Peço desculpas, mas esses textos acima são da Inteligência Artificial. Até os robôs das big techs sabem o que acontece nas cadeias brasileiras. Quem defende tratamento especial para Bolsonaro deveria fazer campanhas também para que todos os presos que estejam doentes tenham pelo menos tratamento digno. O que não significa que Bolsonaro não mereça atenção. Mas que a conversa sobre o drama humanitário do criminoso é cínica, quando ignora o drama de uma grande maioria sem bons advogados e sem dinheiro. Também precisamos lembrar que não deve ser fácil encontrar entre os presidiários brasileiros muitos que debochem de pessoas com problemas pulmonares e que sofrem e morrem por falta de ar.)

Por Moisés Mendes

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